2017
Fichamento do Artigo Científico
O fichamento é o ato de registrar os estudos de um livro e/ou um texto. O trabalho de fichamento possibilita ao estudante, além da facilidade na execução dos trabalhos acadêmicos, a assimilação do conhecimento. De acordo com diversos autores, o fichamento deve conter a seguinte estrutura: cabeçalho indicando o assunto e a referência da obra, isto é, a autoria, o título, o local de publicação, a editora e o ano da publicação. Existem três tipos básicos de fichamentos: o fichamento bibliográfico, o fichamento de resumo ou conteúdo e o fichamento de citações.
Conforme proposto na última atividade desta disciplina, segue abaixo o fichamento das obras utilizadas como referência para a construção do meu artigo científico.
1- Caderno de violência doméstica e sexual contra crianças e adolescentes.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência:Caderno de violência doméstica e sexual contra crianças e adolescentes. Secretaria Municipal de Saúde. São Paulo, 2007. Disponível em: <http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/arquivos/crianca/Adolescente.pdf>. Acesso em 20 fev. de 2017.
A presente obra é um documento elaborado pela Área Técnica de Saúde da Criança e do Adolescente – CODEPPS/SMS-SP e pelo Núcleo de Estudos da Violência contra Crianças e Adolescentes da Sociedade de Pediatria de São Paulo, órgãos ligados a Secretaria de saúde de São Paulo. Esse caderno foi elaborado com o objetivo de diminuir o índice de morbimortalidade causada pelas formas mais frequentes de violência e de acidentes domésticos. O documento apresenta a violência doméstica contra crianças e adolescentes como um fenômeno universal que ocorre em diferentes níveis de desenvolvimento econômico e social, atingindo todas as classes sociais, etnias, religiões, raças e culturas. Constitui fenômeno frequente que quase sempre deixa sequelas psíquicas graves e não raramente sequelas físicas incapacitantes, potencialmente fatais, com possibilidade de lesar também futuras gerações da mesma família. Segundo o documento a maioria dos casos não são denunciados pois os envolvidos geralmente possuem com o agressor algum vínculo familiar e/ou afetivo. Como consequências da violência o documento aponta a desestruturação da formação física e psicológica e com isso perda de valores e valorização da vida do outro. O que pode gerar uma sociedade cada vez mais violenta. O documento também classifica as formas de violência e destaca a importância dos profissionais da saúde na identificação dos casos e atendimento diferenciado às vítimas. A obra apesar de se tratar de um documento voltado para os profissionais de saúde me ajudou muito na construção do meu artigo por trazer conceitos e definições importantes sobre o tema.
2 - Combatendo e prevenindo os abusos e/ou maus-tratos contra crianças e adolescentes: O papel da escola.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência:Combatendo e prevenindo os abusos e/ou maus-tratos contra crianças e adolescentes: O papel da escola. Disponível em:<http://www.laprev.ufscar.br/documentos/arquivos/apostilas-e-manuais/apostila_laprev_rachel.pdf>. Acesso em 19 fev. de 2017.
A presente manual foi elaborado com oobjetivo de fornecer subsídios aos profissionais da educação para o enfrentamento de situações suspeitas de abusos e/ou maus-tratos contra crianças e adolescentes. O manual traz a conceituação de maus-tratos adotada pela Associação Internacional para a Prevenção do Abuso e Negligência (ISPCAN) que diz: O abuso ou os maus-tratos contra crianças engloba toda forma de maus-tratos físicos e/ou emocional, abuso sexual, abandono ou trato negligente, exploração comercial ou outro tipo, do qual resulte um dano real ou potencial para a saúde, a sobrevivência, o desenvolvimento ou a dignidade da criança no contexto de uma relação de responsabilidade, confiança ou poder” (Organização Mundial de Saúde, 2002). O que mais achei interessante no manual foi que ele trouxe diferentes exemplos de possíveis situações de violência que podem acontecer cotidiano das criança e adolescentes.Os exemplos ilustram os casos e facilitam o entendimento do problema esclarecendo dúvidas comuns. O manual também destaca as consequências negativas para as vítimas de violência e menciona que nem todos os casos são devidamente comunicados aos órgãos competentes. O manual também menciona alguns dos sinais que podem ajudar os professores a identificar os casos e expões dicas de como proceder diante deles. Trata-se de um documento voltado para os profissionais da educação que me ajudou bastante na construção do meu artigo pela clareza com que o assunto é exposto e pela exemplificação dos casos.
3 - Diálogos e mediação de conflitos nas escolas – Guia prático para educadores.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência: Diálogos e mediação de conflitos nas escolas – Guia prático para educadores. Brasília, 2014. Disponível em:<http://migre.me/w6KsE>. Acesso em 19 fev. de 2017.
O guia foi o resultado de um projeto doMinistério Público, por seu Conselho Nacional, e a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), em parceria com as unidades do Ministério Público nos Estados e no DF e com as Secretarias de Estado da Educação. Foi o projeto Conte até 10 nas Escolas que tinha o objetivo de estimular o debate junto aos alunos do ensino médio de todo o país, em torno do respeito e dos direitos e deveres dos jovens, partindo dos alarmantes índices de vitimização da população entre 15 a 24 anos por homicídios. O guia destaca o papel da escola na proteção de crianças e jovens considerando a escola um espaço privilegiado para se detectar situações de violência, vulnerabilidades ou perigos. O que guia também menciona os 4 pilares da educação: aprender a conhecer, a fazer, a ser e a conviver, que são de fundamental importância na atuação em educação. Além de apresentar várias formas de ajudar as vítimas, formas de mediação de conflitos e práticas restaurativas, o guia traz diversas atividades para serem respondidas pelos educadores. Achei interessante pois as questões levam o professor a fazer reflexões sobre sua atuação na escola e sobre sua maneira de enxergar o aluno.
4 - Guia de Referência - Construindo uma Cultura de Prevenção à Violência Sexual.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência: Guia de Referência - Construindo uma Cultura de Prevenção à Violência Sexual. Organização Childhood Brasil. Disponível em: <http://www.childhood.org.br/wp-content/uploads/2010/12/Guia-de-Referencia.pdf>. Acesso em 20 fev. de 2017.
A violência sexual contra crianças e adolescentes é uma grave violação dos direitos humanos. Trata-se de um fenômeno complexo, que ocorre em todo o mundo e está ligado a fatores culturais, sociais e econômicos. No Brasil, atinge milhares de meninos e meninas cotidianamente – muitas vezes de forma silenciosa, comprometendo sua qualidade de vida e seu desenvolvimento físico, emocional e intelectual. Pensando nisso a Organização Childhood Brasil lançou um guia de referência para orientar a sociedade sobre esse grave e triste problema. Infelizmente a violência sexual contra crianças a adolescentes acontece todos os dias e está mais perto de nós do que podemos imaginar. O guia traz um histórico das mobilizações feitas pela organização em prol das crianças e adolescentes e traz de forma bastante clara e de fácil entendimento os conceitos, as causas e as consequências da violência sexual contra crianças e adolescentes. Apesar de trazer orientações especiais sobre propostas pedagógica de prevenção à violência sexual, o guia é direcionado a sociedade em geral e traz orientações sobre como perceber, prevenir e combater esse tipo terrível de violência. O guia me chamou bastante atenção por apresentar passos importantes para se seguir ao reconhecer algum caso suspeito. Trata-se de um material informativo, ilustrado e com linguagem acessível. Com certeza um excelente material para ajudar na atuação pedagógica e para orientar a sociedade.
5 - Estatuto da Criança e do adolescente (ECA).
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência:LEI Nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do adolescente (ECA).Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm>. Acesso em 18 fev. de 2017.
O Estatuto da Criança e do Adolescente é a lei que cria condições de exigibilidade para os direitos da criança e do adolescente, que estão definidos no artigo 227 da Constituição Federal que diz: "É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao lazer e à profissionalização, à liberdade, ao respeito, à dignidade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência crueldade e opressão."Recorri ao Estatuto para me orientar sobre a legislação em favor dos direitos das crianças e adolescentes. O que pude perceber é que o material é de fácil acesso podendo ser encontrado em diferentes sites, mas ainda assim muitas pessoas incluindo profissionais da educação desconhecem seus princípios básicos.
6 - Educação Infantil diante da violência doméstica contra crianças – Compreendendo sentidos e práticas.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência:LIMA, Luciana Pereira de. Educação Infantil diante da violência doméstica contra crianças – Compreendendo sentidos e práticas. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59137/tde-19022009-110729/pt-br.php>. Acesso em 20 fev. de 2017.
O presente documento trata-se de uma dissertação de mestrado apresentada em São Paulo em 2008. No seu trabalho a autora destaca a responsabilidade das famílias, da sociedade e das escolas em cuidar das crianças. Responsabilidade esta que é assegurada por lei. A autora apresenta a violência em um cenário mundial e conceitua os diferentes tipos de violência aos quais as crianças estão sujeitas. Além de apresentar dados históricos a autora traz citações de diferentes estudiosos e especialistas sobre o assunto. Sobre o dever da escola no combate a violência contra crianças e adolescentes a autora cita a LDB e destaca a escola como sendo um ambiente que deve proporcionar acolhimento e segurança. Para seu trabalho a pesquisadora realizou uma pesquisa no conselho Tutelar de Ribeirão Preto. A pesquisa registrou uma grande quantidade de notificação de casos de violação dos direitos das crianças e adolescentes, embora muitos não sejam notificados, e concluiu que existe uma relação complexa entre as famílias e as instituições de ensino principalmente as creches. Destaca a importância das instituições de ensino reverem seus valores e ajudar no combate a violência dentro e fora das escolas.
7 - A concepção de educadores sobre violência doméstica e desempenho escolar.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência:PEREIRA, Paulo Celso. WILLIAMS, Lúcia Cavalcanti de Albuquerque. A concepção de educadores sobre violência doméstica e desempenho escolar. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/pee/v12n1/v12n1a10.pdf>. Acesso em 17 fev. de 2017.
O trabalho apresentado revelam os dados de um estudo que verificou o desempenho escolar da criança vítima de violência doméstica. Para isso foi realizada uma pesquisa com professores que tinham na sala de aula crianças vítimas de violência doméstica e as diretoras das respectivas escolas, perfazendo um total de 18 professoras e 10 diretoras de escola, da cidade de Catanduva – SP e região. A coleta de dados com as educadoras aconteceu nas dependências da escola. As professoras foram entrevistadas nas respectivas salas de aula; as diretoras em suas salas. Para a coleta de dados foi utilizada uma Entrevista Semi-Estruturada. Os dados obtidos com a pesquisa realizada revelaram as opiniões das educadoras sobre violência doméstica e desempenho escolar da criança vítima deste fenômeno. Segundo as entrevistadas as próprias crianças muitas vezes contam seus dramas familiares em outros casos marcas físicas eram percebidas. A pesquisa concluiu que para a grande maioria das entrevistadas o desempenho escolar da criança fica prejudicado. Além deste comprometimento, as educadoras mencionaram sequelas que observavam no comportamento da criança vitimizada, principalmente, a agressividade e a indisciplina apresentadas na escola. A autora finaliza destacando a importância de se realizar mais estudos sobre o tema.
8 - Plano nacional de promoção proteção e defesa do direito à convivência familiar e comunitária.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência:Plano nacional de promoção proteção e defesa do direito à convivência familiar e comunitária. Governo Federal. Disponível em: em:<http://www.sdh.gov.br/assuntos/criancas-e-adolescentes/programas/pdf/plano-nacional-de-convivencia-familiar-e.pdf>. Acesso em 17 fev. de 2017.
O Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária é resultado de um processo participativo de elaboração conjunta, envolvendo representantes de todos os poderes e esferas de governo, da sociedade civil organizada e de organismos internacionais, os quais compuseram a Comissão Intersetorial que elaborou os subsídios apresentados ao Conselho Nacional dos Direitos das Crianças e Adolescentes - CONANDA e ao Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS. O plano aborda a legislação sobre os direitos da criança e do adolescente, traz dados estatísticos e apresenta programas que auxiliam no acolhimentos das famílias. O que achei interessante no documento foi a abordagem da questão do trabalho infantil. Segundo dados do plano o IBGE registrou em 2004, que em 2003, havia 5,1 milhões de crianças e adolescentes trabalhando. Do total de crianças e adolescentes trabalhadores: 4,1% tinham de 05 a 09 anos de idade, 33,3% tinham de 10 a 14 anos de idade e 62,6% tinham de 15 a 17 anos de idade. Outra questão que achei importante foi a abordagem da questão das crianças em situação de rua, uma triste realidade no nosso país. O documento destaca ainda que o apoio à criança e ao adolescente em situação de vulnerabilidade social passa necessariamente pelo apoio à sua família e pela melhoria das condições de vida em suas comunidades. Assim não é somente as crianças e os adolescentes que precisam de atenção. As comunidades e as famílias também precisam ser cuidadas.
9 - Por uma escola que protege: a educação e o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência:Por uma escola que protege: a educação e o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes. Organizado por Paulo Vinivius Baptista da Silva, Jandicleide Evangelista Lopes e Arianne Carvalho. Ponta Grossa, Editora UEPG; Curitiba, Cátedra UNESCO de Cultura da Paz UFPR, 2008. 198p.
Este livro resultado do trabalho desenvolvido na efetivação do Projeto “Escola que Protege” na Universidade Federal do Paraná. O “Escola que Protege” é um projeto da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade – SECAD/MEC, destinado à capacitação de professores de escolas de Ensino Fundamental e Médio, para que possam trabalhar com prevenção e intervenção nas situações de violência contra crianças e adolescentes. O livro destaca que formação dos educadores para atuarem no sentido de identificar sinais como mudanças de comportamento dos alunos, encaminhar para atendimento especializado e prevenir casos de violência física e/ou psicológica, abandono ou negligência, abuso e exploração sexual comercial, bem como a exploração do trabalho infantil é fundamental para que a escola possa assegurar a aquisição dos conteúdos escolares para todos. O livro apresenta a infância com conceitos e dados históricos, apresenta e analisa o Estatuto da Criança e do adolescente, faz considerações sobre liberdade, igualdade e proteção à criança e apresenta os resultados do projeto.
10 - Mais Educação, menos Violência. Caminhos inovadores do programa de abertura das escolas públicas nos fins de semana.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência:ROLIM, Marcos. Mais educação, menos violência: caminhos inovadores do programa de abertura das escolas públicas nos fins de semana. Brasília : UNESCO, Fundação Vale, 2008.
A presente obra é parte de uma coleção de sete publicações da UNESCO para sistematizar uma iniciativa de inclusão social e redução de violência com foco na escola, no jovem e na comunidade. O objetivo das publicações é compartilhar com a sociedade o conhecimento e a experiência acumulados pela UNESCO na gestão do Programa Abrindo Espaços, que tem como uma de suas missões agregar valor a iniciativas focadas na construção e na multiplicação da cultura de paz. Todo o trabalho é voltado para o combate a cultura violente vivida em nosso país e ao acolhimento aos jovens. O documento também fala sobre a importância da escola no combate a violência e a ligação entre o baixo investimento em educação e a violência no país. O autor finaliza apresentando o Programa Abrindo Espaços, que consiste na abertura das escolas públicas nos fins de semana, com oferta de atividades de esporte, lazer, cultura, inclusão digital e preparação inicial para o mundo do trabalho. Ao contribuir para romper o isolamento institucional da escola e fazê-la ocupar papel central na articulação da comunidade, o programa materializa um dos fundamentos da cultura de paz: estimular a convivência entre grupos diferentes e favorecer a resolução de conflitos pela via da negociação.
11 - Conselho tutelar e a violência nas escolas.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência:ROMANO, Camila Andressa.Conselho tutelar e a violência nas escolas. Disponível em: <http://www.dfe.uem.br/TCC/Trabalhos_2012/CAMILA_ANDRESSA_ROMANO.PDF>. Acesso em 18 fev. de 2017.
O presente trabalho trata do Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Graduação em Pedagogia da Universidade Estadual de Maringá. No trabalho a autora apresenta a história e a função do conselho tutelar ressaltando o papel do Conselho Tutelar frente à violência nas escolas. O trabalho foi importante para meu artigo por facilitar meu entendimento sobre o funcionamento do conselho tutelar.
12 - Violência doméstica contra crianças e adolescentes – Um cenário em desconstrução.
Educação e violência doméstica contra crianças e adolescentes
Referência: Violência doméstica contra crianças e adolescentes – Um cenário em desconstrução. Disponível em:<https://www.unicef.org/brazil/pt/Cap_01.pdf>. Acesso em 18 fev. de 2017.
O trabalho apresenta oque é e quais as formas de violência doméstica contra a criança e o adolescente evidenciando as consequências para o desenvolvimento das vítimas. O trabalho destaca que a violência incide desigualmente sobre crianças e adolescentes, em função de idade, pobreza, gênero, etnia e outros fatores e que a negligência caracterizada pelo abandono infantil é uma realidade fortemente presente no nosso país. O trabalho também apresenta um estudo que fala sobre as agressões físicas como forma de educar. Segundo o estudo adolescentes que sofreram maus-tratos familiares sofrem mais episódios de violência na escola, vivenciam mais agressões na comunidade e transgridem mais as normas sociais.
Referências:
Caderno de violência doméstica e sexual contra crianças e adolescentes. Secretaria Municipal de Saúde. São Paulo, 2007. Disponível em: <http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/arquivos/crianca/Adolescente.pdf>. Acesso em 20 fev. de 2017.
Combatendo e prevenindo os abusos e/ou maus-tratos contra crianças e adolescentes: O papel da escola. Disponível em:<http://www.laprev.ufscar.br/documentos/arquivos/apostilas-e-manuais/apostila_laprev_rachel.pdf>. Acesso em 19 fev. de 2017.
Diálogos e mediação de conflitos nas escolas – Guia prático para educadores. Brasília, 2014. Disponível em:<http://migre.me/w6KsE>. Acesso em 19 fev. de 2017.
Guia de Referência - Construindo uma Cultura de Prevenção à Violência Sexual. Organização Childhood Brasil. Disponível em: <http://www.childhood.org.br/wp-content/uploads/2010/12/Guia-de-Referencia.pdf>. Acesso em 20 fev. de 2017.
LEI Nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do adolescente (ECA). Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm>. Acesso em 18 fev. de 2017.
LIMA, Luciana Pereira de. Educação Infantil diante da violência doméstica contra crianças – Compreendendo sentidos e práticas. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59137/tde-19022009-110729/pt-br.php>. Acesso em 20 fev. de 2017.
PEREIRA, Paulo Celso. WILLIAMS, Lúcia Cavalcanti de Albuquerque. A concepção de educadores sobre violência doméstica e desempenho escolar. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/pee/v12n1/v12n1a10.pdf>. Acesso em 17 fev. de 2017.
Plano nacional de promoção proteção e defesa do direito à convivência familiar e comunitária. Governo Federal. Disponível em: em:<http://www.sdh.gov.br/assuntos/criancas-e-adolescentes/programas/pdf/plano-nacional-de-convivencia-familiar-e.pdf>. Acesso em 17 fev. de 2017.
Por uma escola que protege: a educação e o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes. Organizado por Paulo Vinivius Baptista da Silva, Jandicleide Evangelista Lopes e Arianne Carvalho. Ponta Grossa, Editora UEPG; Curitiba, Cátedra UNESCO de Cultura da Paz UFPR, 2008. 198p. Disponível em:<http://www.cedeps.com.br/wp-content/uploads/2009/06/LivroEQP.pdf>. Acesso em 18 fev. de 2017.
ROLIM, Marcos. Mais Educação,menos Violência. Caminhos inovadores do programa de abertura das escolas públicas nos fins de semana. Brazília, 2008. Disponível em:<http://unesdoc.unesco.org/images/0017/001785/178542por.pdf>. Acesso em 19 fev. de 2017.
ROMANO, Camila Andressa.Conselho tutelar e a violência nas escolas. Disponível em: <http://www.dfe.uem.br/TCC/Trabalhos_2012/CAMILA_ANDRESSA_ROMANO.PDF>. Acesso em 18 fev. de 2017.
Vídeo Como Fazer Fichamentos: Disponível no AVA – UEMG – Ead.
Violência doméstica contra crianças e adolescentes – Um cenário em desconstrução. Disponível em:<https://www.unicef.org/brazil/pt/Cap_01.pdf>. Acesso em 18 fev. de 2017.