Analisando a entrevista gentilmente concedida pela coordenadora pedagógica, foi possível notar que, com todas as limitações financeiras que uma instituição escolar pública possuí, existe por parte da escola na figura de seus educadores, diretores e funcionários, um emprenho muito grande em proporcionar uma educação de qualidade para as crianças. Percebi também que a escola busca sempre a participação dos pais de alunos e da comunidade do entorno, participação essa que é fundamental para o desenvolvimento dos alunos. A escola, na pessoa de sua coordenadora, acolhe com respeito e carinho os alunos que precisam de uma atenção especial. Fiquei feliz em ver que educação pública de qualidade ainda é possível, graças ao empenho de profissionais dedicados e competentes. Agradeço a atenção recebida durante a entrevista e parabenizo pelo bom exemplo de dedicação e profissionalismo.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Entrevista Com Coordenadora Pedagógica
Analisando a entrevista gentilmente concedida pela coordenadora pedagógica, foi possível notar que, com todas as limitações financeiras que uma instituição escolar pública possuí, existe por parte da escola na figura de seus educadores, diretores e funcionários, um emprenho muito grande em proporcionar uma educação de qualidade para as crianças. Percebi também que a escola busca sempre a participação dos pais de alunos e da comunidade do entorno, participação essa que é fundamental para o desenvolvimento dos alunos. A escola, na pessoa de sua coordenadora, acolhe com respeito e carinho os alunos que precisam de uma atenção especial. Fiquei feliz em ver que educação pública de qualidade ainda é possível, graças ao empenho de profissionais dedicados e competentes. Agradeço a atenção recebida durante a entrevista e parabenizo pelo bom exemplo de dedicação e profissionalismo.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Tendências pedagógicas
Olá segue link da publicação do meu trabalho sobre tendências pedagógicas no ISSUU:
http://issuu.com/michellesouza4/docs/tend__ncias_pedag__gicas.pptx
http://issuu.com/michellesouza4/docs/tend__ncias_pedag__gicas.pptx
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
“Análise da música Another Brick In The Wall”
“Análise da música Another Brick In The Wall”
Universidade do Estado de Minas
Gerais - UEMG
Pedagogia
Pólo Ubá
Michelle de Souza Teixeira Lemos
Tutor Marcelo de Mesquita
Ferreira
Blog: Aprendendo a Ensinar - http://aprendendopraensinar.blogspot.com.br/
Another Brick In The Wall
Educação é um tema muito importante e que, atualmente, vem
sendo
discutido amplamente por várias áreas do conhecimento.
Dentro de um cenário de crescente preocupação com a educação
o papel da escola passa a ser mais significativo indo além dos ensinamentos de que os alunos necessitam
para viver e trabalhar e assumindo a função de formar cidadãos e orientá-los
para a vida.
Numa escola participativa o papel do professor é fundamental.
O educador deve assegurar ao educando uma formação crítica, capaz de levá-lo a
refletir sobre temáticas cotidianas e interferir positivamente em seu meio e,
sobretudo, em sua vida para transformá-la.
A escola pode assumir posições que envolvem o conservadorismo
(onde se torna guardiã da cultura social existente) e o liberalismo (buscando
transformação e emancipação).
Durante muito tempo a organização curricular das escolas foi
concebida como uma ação voltada para modelar as consciências dos alunos, essa educação
chamada reprodutora oferece apenas a cultura de sua própria classe,
desqualificando a cultura das demais classes. Além disso, por ser reprodutora
tal escola não respeita a individualidade do aluno, apresenta um currículo
único para todos. A educação reprodutora servia para reproduzir na escola a
distribuição injusta de bens e serviços na sociedade.
Diferentemente da educação reprodutora, na educação
transformadora procura-se transmitir aos alunos conhecimentos que lhes permitam
conhecer, criticar e transformar a realidade em que vivem. A educação crítica
parte da profunda insatisfação gerada por uma sociedade injusta e da vontade de
transformá-la.
Não há educação libertadora se não pensamos que há algo de
que se libertar, não há educação transformadora se não se sente um desejo e uma
possibilidade de mudança social. Não é necessário estar de acordo no mesmo
modelo ideal, nem sequer ter uma alternativa global já desenhada, mas partilhar
uma orientação utópica para superar as limitações do presente e crer que a
educação não pode nem deve fugir às suas responsabilidades.
A música Another Brick in the wall, composta por Roger
Walters, lançada nos anos 80 pelo grupo inglês Pink Floyd se tornou polêmica justamente por criticar uma
educação reprodutora, que não visa transformar o aluno em um cidadão pensante e
questionador, mas sim em apenas mais um na sociedade, mais um tijolo no muro. Surge
para criticar fortemente a educação modeladora mostrando o poder de imposição
das autoridades e a facilidade com que a sociedade é manipulada pelas mesmas.
O
videoclipe, resumidamente, trata de uma situação na qual um professor repreende
e ridiculariza um aluno, na sala de aula, ao perceber que ele escreve poemas,
mostrando a forte intolerância sobre as diferenças. O menino não reage à
atitude do professor, mas se imagina destruindo a escola junto com seus
colegas. Porém, a escola imaginada não é como a sua escola de fato e sim uma
espécie de galpão, dividido em seções como uma fábrica de montagem, onde,
anteriormente, os alunos aparecem em fila, usando máscaras sem face, como se
fossem peças produzidas numa fábrica, marchando em direção a imensos moedores
de carne.
Apesar de
fortes, as imagens do videoclipe nos
fazem pensar na educação que queremos. Ver que o professor pode tornar-se um
pesadelo para os alunos nos faz pensar o quanto um bom profissional da educação
pode transformar a vida de um aluno e o quanto é importante buscar ver as coisas de modo diferente, não aceitar
padrões; repensá-los. Tentar perceber no mundo os padrões existentes e quais
precisam ser quebrados para que as mudanças gerem ganhos sociais ou mesmo
pessoais. Como o protagonista do videoclipe, hoje as crianças e os jovens,
muitas vezes são conduzidos por forças que não conhecem na sociedade e acabam
se tornando “carne moída”, moldada para seguir padrões e obedecer a normas,
muitas delas injustas.
Além da polêmica, Another Brick in the wall traz consigo a bandeira da mudança, da
educação libertadora, capaz de mudar não só a escola, mas o mundo, pois se
alguma mudança positiva de padrões sociais for possível ela certamente
se iniciará através da educação crítica de qualidade.
Referências
· Letra da
música Another Brick In The Wall - Site “Vaga Lume”
Acesso em 31/07/2014
·
Videoclipe da música Another Brick In The Wall
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=kAGkuPaatdc
Acesso em 31/07/2014
·
Educação Transformadora
Disponível em:
http://www.teresianasstj.com/index.php/metodologias/comuni-que-aprendem/107-educacao-transformadora
Acesso em 06/08/2014
· O Papel da escola e do professor na construção do saber
crítico
Disponível
em: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/o-papel-da-escola-e-do-professor-na-construcao-do-saber-critico-do-aluno-1361189.html
Acesso em 06/08/2014
Indicação de Filmes sobre educação
Filme: "Como estrelas na terra - toda criança é especial"
O filme conta a história uma criança que tem dislexia e por isso não é compreendido sendo avaliado pelos seus professores como preguiçoso e problemático. Avida do garoto muda quando seu professor de artes o entende e o ajuda. O filme é apaixonante, me emocionei muito.
Link do filme: https://www.youtube.com/watch?v=6rxSS46Fwk4
Filme: "O Triunfo"
Conta a história de um professor que aceita o desafio de lecionar numa escola onde os alunos refletem os problemas do abandono e da violência sendo tratados pelos demais professores como marginais. O filme mostra como um bom professor pode mudar a vida de seus alunos. O filme é emocionante. Recomendo a todos.
Link do filme: https://www.youtube.com/watch?v=aQlNa_zAj3k
“Situações do Cotidiano da Escola”
Nas escolas que frequentei
nunca presenciei nenhuma situação específica de preconceito ou exclusão devido à
classe social. Porém atualmente o fator social tem servido para classificar as
pessoas. Na escola os alunos mais pobres já são encarados como os alunos que
terão mais dificuldades, só que escola não pode encarar o fator social como um
fator que define capacidade, mas sim se preparar para acolher todos os alunos
sem rotulações, precisa procurar entender as limitações de cada aluno para
ajudá-lo a alcançar o seu melhor e não para excluí-lo. Cabe ao poder público
garantir o direito de acesso a educação de qualidade e a sociedade cabe o papel
de não rotular as pessoas por serem mais pobres, todos merecem respeito e todos
têm qualidades que devem ser valorizadas.
Livro “A vida na escola e a
escola da vida”
A Rotina na Educação
A Rotina na
Educação
Rotina
escolar significa desenvolver o trabalho diário por meio de horários, tarefas
pré-estabelecidas e atividades cotidianas organizadas da melhor forma possível
nas instituições de ensino. A rotina deve ser
planejada, porém flexível, devendo envolver o cuidado, o ensino e as
especificidades imaginativas da criança.
Nas instituições de
Educação, a rotina tem grande importância, pois ela auxilia a criança a
construir o conceito de tempo, que inicialmente é concebido como algo
fragmentado e não como um todo. É por meio da regularidade da rotina que a criança
localiza-se no tempo, no espaço e nas atividades da instituição. É este mesmo
aspecto que permite que a rotina se abra para o novo, para o diferente, sem se
tornar repetitiva. A rotina torna-se um fator de segurança, pois orienta
as ações das crianças e dos professores. As atividades de rotina são aquelas que
devem ser realizadas diariamente, oportunizando às crianças o desenvolvimento e
a manutenção de hábitos indispensáveis à preservação da saúde física e mental.
Além disso, atividades organizadas contribuem para a construção da identidade e
do desenvolvimento da autonomia da criança.
Apesar de a rotina escolar trazer benefícios para as crianças, ao longo
dos dias existem algumas atividades que são repetitivas e se as atividades não
forem bem planejadas e se ocorrerem sempre da mesma forma, as crianças tendem a
se cansar e não se envolverem mais com a proposta.
Referências:
Coleção Proinfantil
Rotina
Escolar
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Livro de literatura infantil – “Pedrinho o menino que não gostava de estudar.”
Pra mim a
elaboração do livro foi muito importante, pois me possibilitou exercitar minha
criatividade. Meu livro ficou simples, mas acredito que vou melhorar ao longo
do curso. Para a elaboração do meu livrinho li alguns livros infantis,
inclusive os que meus colegas postaram, e adorei a experiência.
Tentei desenvolver a história do meu livro sobre a importância da leitura para as crianças, mostrando o professor como incentivador do hábito de ler. Tive um pouco de dificuldade no começo, mas achei um desafio e no fim fiquei muito feliz por ter conseguido.
Tentei desenvolver a história do meu livro sobre a importância da leitura para as crianças, mostrando o professor como incentivador do hábito de ler. Tive um pouco de dificuldade no começo, mas achei um desafio e no fim fiquei muito feliz por ter conseguido.
Endereço
do livro:
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Brasil
“A Educação e o Processo de mudança social”
Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG
Pedagogia
Pólo Ubá
Michelle de Souza Teixeira Lemos
Tutor Marcelo de Mesquita Ferreira
A
Educação e o Processo de mudança social
O elemento sociedade está
presente em vários dos escritos freireanos como um espaço fortemente
condicionante da ação humana, mas nunca determinante, por si só, do destino
humano. Na visão freireana de sociedade, esta constitui um espaço contraditório
de relações sociais historicamente tecidas. A Sociedade tende a oprimir os
menos favorecidos. Cabe aos oprimidos se libertarem
de sua condição através da conscientização.
O método de Freire
destina-se a promover uma alfabetização libertadora. Esse processo
concretiza-se a partir do momento que o educando percebe que não existe
conhecimento e nem ignorância absoluta e que ele, assim como os seus
educadores, deve participar da construção cultural da sociedade. Dessa forma, o
sentimento de estar à margem da sociedade em que vive deixa de existir e dá
lugar a uma consciência de ser social.
Para Freire não há nem saber
e nem ignorância absoluta: há somente uma relativação do saber ou da
ignorância. Por isso o professor não pode se colocar na posição de um ser
superior que ensina um grupo de ignorantes, mas sim na posição humilde daquele
que comunica um saber relativo a outros que possuem outro saber relativo. A
relação entre educador e educando constrói-se de maneira horizontal, sem
imposições e hierarquias, pois ambos são sujeitos no ato educativo. Freire
afirma que para haver uma libertação é necessário primeiro haver uma mudança
radical na mentalidade dos oprimidos. Em sua concepção a libertação da opressão
não deve ocorrer para os oprimidos, mas sim através destes por meio de um
processo de conscientização.
As relações da educação como processo de conscientização com
a educação como conquista da liberdade
constituem marcas constantes do discurso político-pedagógico de Paulo
Freire desde os seus primeiros escritos. No desenvolvimento crítico da consciência, a educação tem papel
central. O momento histórico (décadas de 1950 e 1960) exigia segundo Freire,
uma ampla conscientização das massas brasileiras através da educação. Neste
momento brasileiro, Freire propõe que alfabetização invista na passagem da
consciência ingênua à consciência crítica. Freire defende o diálogo como veículo pedagógico principal
da educação conscientizadora que busca a liberdade como alternativa de
construção da pessoa. Para ele, a educação é um ato de amor, por isso, de coragem.
É a partir da articulação entre prática
e pensamento que o processo de se conscientizar caracteriza o homem como
possuidor da capacidade de atuar e transformar a realidade social.
Para Freire a mudança é resultado do trabalho que o homem
exerce sobre o mundo e os trabalhadores devem ser sujeitos e não objetos desta
transformação. Por isso o trabalhador social não pode ser neutro frente ao
mundo, quem opta pela mudança não vê nela uma ameaça. A mudança não é trabalho
exclusivo de alguns homens, mas dos que a escolhem. O objetivo da mudança é a
superação de uma totalidade por outra, onde a nova não continue apresentando a
contradição que constitui a duração da estrutura social.
No que se refere ao compromisso Freire
via o verdadeiro compromisso como solidariedade, não a solidariedade com os que
negam o compromisso, mas com aqueles, que na situação concreta, se encontram
convertidos em coisas. O verdadeiro compromisso, que é sempre solidário, não
pode reduzir-se a gestos de falsa generosidade e nem ser um ato unilateral. No
caso do profissional é necessário juntar o compromisso genérico concreto que
lhe é próprio como homem e seu compromisso de profissional.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Bullying não é brincadeira!
O bullying é uma violência causada pelo preconceito. Nas escolas e universidades do mundo inteiro as agressões ocorrem fisicamente ou psicologicamente. Para aqueles que cometem é apenas mais uma brincadeira, mas para a vítima é um trauma muito grande que ela jamais esquecerá.
O Mundo nos Condena?
É fato que
vivemos em uma sociedade que segue conceitos pré-definidos e que tende a ser
intolerante às diferenças. Um triste exemplo dessa intolerância pode ser notado
no racismo e na homofobia. Existe ainda
o preconceito contra os mais pobres. Como se as pessoas de classes menos
favorecidas fossem inferiores. A pequena parcela da sociedade que tem mais
dinheiro dita as regras de como se deve agir, falar, se comportar, e os mais
pobres tentam se encaixar muitas vezes fingindo ser o que não são e levando uma
vida vazia. O que devemos fazer é lutar por uma sociedade mais justa, onde cada
cidadão possa ser respeitado como ele é, uma sociedade menos preconceituosa,
que valorize mais o “ser” do que o “ter”.
E essa mudança precisa começar dentro de cada um de nós.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Grafite - Arte Contemporânea
Pichação
segunda-feira, 24 de março de 2014
Certificado de Conclusão
O certificado de conclusão que postei é o histórico escolar da minha mãe. Trata-se do certificado de conclusão correspondente ao 1° grau (de 1° a 4° série na época). É bem parecido com o de hoje, mas achei interessante postar por que as dificuldades enfrentadas na época eram diferentes. Minha mãe me fala da dificuldade que era estudar quando ela era criança: das longas distâncias a pé, pois não existia transporte escolar, da precariedade da estrutura física da escola, por se tratar de uma escola de zona rural sem muitos recursos, das limitações dos professores, pela falta de material escolar suficiente... enfim foram inúmeras as dificuldades. Felizmente, hoje essa realidade mudou muito, ao menos na nossa região. Fico feliz de participar de uma geração que tem inúmeras oportunidades e facilidades de estudar.
"Recordação Escolar"
A "Recordação Escolar" era uma lembrança da escola que era entregue aos alunos do pré-escolar em sua 1° formatura, ou seja, quando passavam do pré-escolar para a 1° série. Os alunos tiravam fotos vestidos com a roupinha de formatura e na formatura a foto era entregue aos pais dos alunos em um cartão para com o nome da escola, da professora, do aluno e o ano, a escola também ficava com uma foto igual, era uma recordação dos alunos que passavam pela instituição. A foto é uma lembrança muito especial, a que eu postei é da minha irmã mais velha, eu também tenho uma e guardo com muito carinho pois me lembra uma fase muito especial da minha vida, minha infância. Lembro da alegria da minha irmã quando tirou a foto e da minha também, era um momento muito especial para os alunos e todos nos sentíamos importante. Era uma iniciativa muito legar da escola.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Lembranças da Escola
O Diploma era uma forma carinhosa e divertida de homenagear os alunos que passavam do pré escolar para a 1° série. Eu me lembro que adorei quando recebi esse diplominha fiquei muito feliz... ficava horas imaginando como seria divertido morar em um lugar assim, cheio de doces e com um rio de chocolate... O diploma era entregue em uma solenidade bem simples na escola, mas para nós alunos era um momento muito importante, era como receber um prêmio! É impressionante como coisas tão simples marcam nossas vidas de uma forma tão especial. Pequenos detalhes podem despertar a imaginação de um criança e fazer com que ela se sinta valorizada pela escola e por seus professores o que certamente contribui para uma vida acadêmica diferenciada.
quarta-feira, 19 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
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