Nas escolas que frequentei
nunca presenciei nenhuma situação específica de preconceito ou exclusão devido à
classe social. Porém atualmente o fator social tem servido para classificar as
pessoas. Na escola os alunos mais pobres já são encarados como os alunos que
terão mais dificuldades, só que escola não pode encarar o fator social como um
fator que define capacidade, mas sim se preparar para acolher todos os alunos
sem rotulações, precisa procurar entender as limitações de cada aluno para
ajudá-lo a alcançar o seu melhor e não para excluí-lo. Cabe ao poder público
garantir o direito de acesso a educação de qualidade e a sociedade cabe o papel
de não rotular as pessoas por serem mais pobres, todos merecem respeito e todos
têm qualidades que devem ser valorizadas.
Livro “A vida na escola e a
escola da vida”
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